Andrew Hoskins
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Andrew Hoskins é um pesquisador britânico na área de estudos da mídia, comunicação e memória, professor de Global Security, Politics and Memory na University of Glasgow e fundador do Centre for Memory, Narrative and Histories. É reconhecido por suas contribuições ao estudo da memória no contexto da cultura digital, tendo desenvolvido o conceito de “memória conectada” [1] para analisar como redes digitais, plataformas online e fluxos contínuos de informação transformam a produção, circulação e preservação da memória. Seu trabalho também explora as relações entre mídia, guerra e temporalidade, investigando como ambientes digitais reconfiguram a experiência do tempo histórico e desafiam modelos tradicionais de arquivo e autoridade. Situando-se na interseção entre teoria da mídia, estudos culturais e comunicação, suas pesquisas oferecem uma abordagem crítica sobre os impactos das infraestruturas digitais na memória contemporânea.
| Andrew Hoskins | |
|---|---|
| Nascimento | Não divulgado |
| Nacionalidade | Britânica |
| Ocupação | Pesquisador Professor universitário |
| Área | Estudos da mídia Memória cultural Cultura digital |
| Instituição | University of Glasgow |
| Website | Site oficial |
Hoskins também investiga as relações entre mídia, guerra e segurança, examinando como conflitos contemporâneos são registrados, mediados e lembrados em ambientes digitais. Sua abordagem enfatiza a velocidade, a volatilidade e a sobrecarga informacional características das redes, que desafiam formas tradicionais de autoridade histórica e de preservação do conhecimento, contribuindo para uma compreensão crítica da memória na era da comunicação global.
Biografia
Formação acadêmica
Estudos iniciais
Nos seus trabalhos iniciais, Andrew Hoskins concentrou-se na relação entre mídia e memória antes mesmo da consolidação plena da cultura digital, investigando como tecnologias de comunicação, especialmente a televisão, mediavam a experiência do passado. Um de seus primeiros textos relevantes, “New Memory: Mediating History” (2001), já apontava para a ideia de que a memória não é apenas individual ou coletiva, mas profundamente moldada pelos meios de comunicação . Em obras do início dos anos 2000, como Televising War: From Vietnam to Iraq (2004) e estudos sobre o colapso da memória televisiva, Hoskins analisou como a cobertura mediática de guerras reconfigura o registro e a percepção histórica . Esses escritos inaugurais estabeleceram as bases para suas formulações posteriores sobre a “virada conectiva” e a “memória conectada”, ao sugerirem que a memória contemporânea já operava como um processo dinâmico, distribuído e dependente das infraestruturas mediáticas, antecipando as transformações que seriam intensificadas com o advento das redes digitais.
Carreira acadêmica
Andrew Hoskins desenvolveu uma carreira acadêmica marcada por posições de destaque em instituições britânicas, especialmente no campo interdisciplinar entre mídia, memória e segurança. Atuou como Interdisciplinary Research Professor na University of Glasgow, onde integrou o College of Social Sciences e consolidou sua reputação como um dos principais nomes dos memory studies contemporâneos. Posteriormente, passou a ocupar uma personal chair como Professor de AI, Memory and War na University of Edinburgh, refletindo a evolução de sua pesquisa para temas como inteligência artificial, guerra digital e transformação da memória em ambientes tecnológicos avançados . Ao longo de sua carreira, também exerceu papel central na estruturação institucional do campo, sendo fundador e editor de importantes periódicos acadêmicos, como Memory Studies, Memory, Mind & Media e Digital War, além de coeditor de séries editoriais voltadas à relação entre mídia, conflito e memória .
Além das posições docentes, Hoskins destacou-se por sua atuação como líder acadêmico e organizador de redes de pesquisa internacionais, frequentemente envolvido em projetos financiados e colaborações interdisciplinares de grande escala. Sua participação como investigador em programas de financiamento, incluindo iniciativas internacionais como bolsas da Japan Society for the Promotion of Science e da Daiwa Anglo-Japanese Foundation, evidencia o reconhecimento institucional de seu trabalho . Embora não seja amplamente associado a prêmios tradicionais de grande visibilidade pública, sua influência manifesta-se sobretudo na criação de infraestruturas intelectuais — periódicos, séries editoriais e agendas de pesquisa — que moldaram o desenvolvimento dos estudos da memória digital no século XXI, consolidando sua posição como uma referência acadêmica no campo.
Mestrado
Nos seus estudos de pós-graduação, Andrew Hoskins desenvolveu uma formação interdisciplinar voltada para a comunicação, mídia e cultura, que viria a orientar toda a sua trajetória acadêmica posterior. Embora os detalhes específicos de seu mestrado não sejam amplamente divulgados em fontes institucionais, é possível situar esse período como fundamental para a consolidação de seus interesses nos processos mediáticos e na construção social da memória. Seus estudos avançados forneceram a base teórica e metodológica para suas investigações iniciais sobre mídia e história, particularmente no contexto da mediação televisiva, antecipando as questões que mais tarde seriam aprofundadas em sua análise da memória digital e das transformações trazidas pelas tecnologias conectadas.
Doutorado
Andrew Hoskins realizou seu doutorado em Sociologia na Lancaster University, onde desenvolveu uma pesquisa centrada na relação entre tempo, mídia e memória, com foco específico na cobertura televisiva da Guerra do Golfo de 1991. Sua tese, intitulada “Time, Television and Memory – The Multiple Presents and Presence of the 1991 Gulf War”, investigou como a transmissão em tempo real pela televisão produzia múltiplas experiências simultâneas do presente, alterando a forma como eventos históricos eram percebidos e posteriormente lembrados. O presente trabalho já indicava uma preocupação central com a mediação tecnológica da memória, propondo que a televisão não apenas registra acontecimentos, mas reorganiza a própria temporalidade da experiência histórica, ao fundir passado e presente em fluxos contínuos de informação.
Neste sentido, o doutorado de Hoskins estabeleceu as bases conceituais para o desenvolvimento posterior de sua teoria da memória na era digital, ao antecipar questões que se tornariam centrais com o avanço das tecnologias conectadas. Ao analisar a televisão como um meio capaz de fragmentar e reconfigurar o tempo histórico, sua pesquisa abriu caminho para suas formulações sobre “ecologias da memória” e, mais tarde, “memória conectada”, nas quais a lembrança é entendida como um processo dinâmico, distribuído e dependente de infraestruturas mediáticas. O percurso evidencia a continuidade entre seus estudos iniciais e suas contribuições mais recentes, que expandem a análise da mediação televisiva para ambientes digitais marcados por conectividade permanente, arquivos em rede e participação ampliada dos usuários na produção da memória social.
Principais obras
War and Media: The Emergence of Diffused War (2010, com Ben O’Loughlin)

War and Media: The Emergence of Diffused War (2010), de Andrew Hoskins e Ben O’Loughlin, é uma obra central para compreender a transformação contemporânea dos conflitos armados a partir da evolução dos meios de comunicação, propondo o conceito de “guerra difusa” (diffused war) como um novo paradigma no qual a guerra deixa de ser um evento delimitado no espaço e no tempo para se tornar um processo contínuo, disperso e profundamente integrado às ecologias mediáticas. Publicado pela Polity Press, o livro oferece uma análise abrangente das relações entre governo, forças militares e públicos, que passam a estar interligados de forma imediata e imprevisível em um ambiente marcado pela conectividade digital e pelo fluxo constante de informação . Os autores argumentam que os meios de comunicação — da televisão ao ambiente digital — não apenas representam a guerra, mas participam ativamente de sua condução, influenciando decisões estratégicas, percepções públicas e dinâmicas políticas, ao mesmo tempo em que produzem novas assimetrias e incertezas no campo dos conflitos .
Ao longo da obra, Hoskins e O’Loughlin desenvolvem uma abordagem teórica inovadora ao demonstrar que a guerra contemporânea é “difundida” através de uma rede complexa de mediações que incluem jornalistas, governos, militares e cidadãos comuns, todos atuando simultaneamente na produção, circulação e interpretação de informações sobre o conflito . Essa difusão implica uma ruptura com os modelos tradicionais de guerra e de comunicação, na medida em que a conectividade digital permite a documentação em tempo real, a viralização de imagens e narrativas e a participação ampliada de múltiplos atores, criando um ambiente no qual as fronteiras entre combate, representação e memória tornam-se cada vez mais instáveis. O livro também funciona como uma síntese crítica da literatura sobre guerra e mídia, ao mesmo tempo em que estabelece bases conceituais para estudos posteriores sobre guerra digital e memória conectada, tornando-se uma referência fundamental nos campos da comunicação, estudos culturais e relações internacionais.
Amnesia: Media, Memory, and the Vanishing Past (2016)
Amnesia: Media, Memory, and the Vanishing Past (2016) constitui uma das obras mais sistemáticas de sua reflexão sobre os efeitos da cultura digital na memória contemporânea, propondo a tese de que vivemos um processo paradoxal no qual o excesso de registro e armazenamento de dados não fortalece a memória, mas contribui para o seu enfraquecimento. No livro, Hoskins argumenta que a transição das mídias analógicas — marcadas pela escassez, degradação material e “tempo de decaimento” — para ambientes digitais hiperconectados altera profundamente a relação entre passado e presente, eliminando a distância temporal que tradicionalmente estruturava a memória histórica. Enquanto no passado a deterioração dos suportes físicos (como filmes, fitas e arquivos impressos) implicava uma seleção e valorização do que era preservado, o digital promove uma acumulação contínua, instantânea e aparentemente infinita de traços do passado, transformando a memória em um fluxo incessante e instável de dados .
Nesse contexto, Hoskins desenvolve a ideia de que a memória contemporânea é marcada por uma “amnésia” estrutural, não no sentido de esquecimento por ausência, mas por saturação e perda de significado, em que o passado se torna constantemente presente, porém descontextualizado e difícil de interpretar. O livro analisa como redes sociais, arquivos digitais e práticas de compartilhamento produzem uma memória distribuída, volátil e dependente de infraestruturas tecnológicas, deslocando o controle da lembrança dos indivíduos e instituições para sistemas algorítmicos e plataformas digitais. Ao enfatizar a hiperconectividade e a compressão temporal, Hoskins mostra que a memória deixa de ser um processo de reconstrução reflexiva para se tornar uma atividade contínua, automatizada e muitas vezes inconsciente, em que lembrar e esquecer se confundem. Assim, Amnesia oferece uma crítica central à cultura digital, ao demonstrar que a proliferação de registros não garante preservação significativa do passado, mas pode, ao contrário, contribuir para sua dissolução na lógica acelerada e fragmentada da comunicação contemporânea.
Risk and Hyperconnectivity: Media and Memories of Neoliberalism (2016, com John Tulloch)

Risk and Hyperconnectivity: Media and Memories of Neoliberalism (2016), de Andrew Hoskins e John Tulloch, é uma obra que propõe uma articulação teórica inovadora entre três campos fundamentais — teoria do risco, teoria da neoliberalização e teoria da conectividade — para compreender as transformações contemporâneas da memória e da experiência social em um mundo hiperconectado. Publicado pela Oxford University Press, o livro analisa como os eventos críticos do início do século XXI — como crises econômicas, terrorismo e conflitos globais — são mediados por ecologias comunicacionais intensivas, nas quais a circulação contínua de informações redefine tanto a percepção do risco quanto os modos de lembrar e esquecer. Os autores argumentam que a hiperconectividade não é apenas um meio através do qual o risco circula, mas constitui em si uma nova condição de risco, ao alterar profundamente a forma como indivíduos e sociedades experienciam eventos, constroem narrativas e produzem memória em ambientes saturados de mídia.
A obra também examina criticamente como essas dinâmicas estão inseridas no contexto do neoliberalismo, mostrando que as memórias mediadas desempenham um papel central na legitimação de políticas econômicas, regimes de segurança e formas de governança contemporâneas. Por meio de estudos de caso e análise interdisciplinar, Hoskins e Tulloch exploram questões como o equilíbrio entre privacidade e vigilância, o papel dos jornalistas como mediadores do risco e a maneira como práticas de lembrança e esquecimento contribuem para a formação de culturas de insegurança. O livro demonstra que, em uma era de conectividade permanente, a memória torna-se cada vez mais distribuída, instável e dependente de infraestruturas tecnológicas, ao mesmo tempo em que participa ativamente da reprodução — e contestação — das estruturas neoliberais, consolidando-se como uma referência importante nos estudos sobre mídia, memória e política contemporânea
Digital Memory Studies: Media Pasts in Transition (2017, editor)

Digital Memory Studies: Media Pasts in Transition (2017), editado por Andrew Hoskins, constitui uma obra coletiva fundamental para a consolidação do campo dos estudos da memória digital, reunindo contribuições de diversos pesquisadores com o objetivo de mapear, problematizar e redefinir as relações entre mídia e memória no contexto das tecnologias contemporâneas. Publicado pela Routledge, o livro propõe uma agenda interdisciplinar que articula teoria da mídia, estudos culturais, história e sociologia para compreender como os ambientes digitais transformam simultaneamente os processos de lembrar e esquecer, introduzindo condições paradoxais nas quais a memória é ao mesmo tempo ampliada e submetida a novas formas de controle.
A obra enfatiza que redes digitais, arquivos online e plataformas tecnológicas não apenas reconfiguram a preservação do passado, mas também alteram sua circulação e significado, exigindo uma revisão crítica dos conceitos clássicos de memória coletiva, arquivo e temporalidade . Estruturado a partir de diferentes eixos analíticos — como conectividade, arqueologia da mídia, economia e arquivo — o livro examina uma ampla gama de fenômenos, incluindo redes sociais, videogames, televisão, instituições de memória e o chamado “pós-vida digital”, evidenciando como o passado se torna cada vez mais distribuído, dinâmico e reconfigurável em ambientes hiperconectados . Um dos argumentos centrais desenvolvidos por Hoskins na introdução é o de que vivemos um “terceiro boom da memória”, marcado por uma intensificação sem precedentes da presença do passado no presente, mediada por tecnologias digitais que comprimem o tempo e ampliam a participação dos usuários na produção de narrativas históricas . Nesse sentido, Digital Memory Studies não apenas sintetiza debates existentes, mas estabelece um quadro teórico abrangente para compreender a “remodelação digital da memória”, tornando-se uma referência essencial para pesquisadores interessados nas transformações contemporâneas da cultura, da comunicação e da memória.
Radical War: Data, Attention and Control in the Twenty-First Century (2022, com Matthew Ford)

Radical War: Data, Attention and Control in the Twenty-First Century (2022), de Andrew Hoskins e Matthew Ford, propõe uma reformulação profunda da compreensão contemporânea da guerra ao introduzir o conceito de “guerra radical”, caracterizada pela integração total entre tecnologias digitais, fluxos de dados e ecologias de atenção. Publicado pela Oxford University Press, o livro argumenta que a proliferação de dispositivos conectados — como smartphones, redes sociais e sistemas algorítmicos — transformou o campo de batalha em um ambiente distribuído e contínuo, no qual a distinção entre combatentes e civis, produtores e consumidores de informação, ou mesmo entre mídia e arma, torna-se progressivamente indistinta. Nesse cenário, a guerra não é mais um evento delimitado, mas um processo permanente, mediado por infraestruturas digitais que permitem a participação de múltiplos atores em tempo real, ampliando o alcance e a complexidade dos conflitos contemporâneos.
A obra estrutura sua análise em torno de três eixos centrais — dados (data), atenção (attention) e controle (control) — demonstrando como esses elementos se articulam para produzir novas formas de poder e violência política. Hoskins e Ford argumentam que os dados gerados continuamente em ambientes digitais alimentam sistemas de vigilância e decisão, enquanto a atenção humana é capturada, direcionada e instrumentalizada como recurso estratégico, transformando usuários comuns em participantes ativos da guerra, seja como disseminadores de informação, seja como alvos ou agentes indiretos. Ao mesmo tempo, o controle emerge como resultado dessas interdependências entre humanos e tecnologias, criando uma ecologia de guerra na qual o conflito é simultaneamente físico, informacional e perceptivo. O livro também enfatiza que essa transformação altera profundamente a memória da guerra, que passa a ser produzida, compartilhada e manipulada em tempo real, consolidando uma visão crítica sobre a militarização da vida cotidiana e o papel central das mídias digitais na reconfiguração da violência no século XX.
Temas recorrentes
- memória cultural
- cultura de massa
- modernidade e esquecimento
- urbanismo
- mídia e representação
Recepção crítica
Os escritos de Andrew Hoskins são frequentemente reconhecidos por consolidar o campo dos digital memory studies, mas a recepção crítica aponta tensões importantes. Por um lado, autores destacam que sua abordagem, especialmente em Digital Memory Studies: Media Pasts in Transition, que oferece uma agenda teórica robusta ao articular memória, mídia e fenômenos como big data e plataformas digitais, ampliando o escopo tradicional dos estudos de memória.[2] Por outro, críticos observam que essa ampliação vem acompanhada de certa dispersão conceitual: a memória torna-se “difusa, intangível” e excessivamente abrangente, o que pode diluir sua precisão analítica e dificultar delimitações metodológicas claras.[3] Além disso, há questionamentos sobre o caráter programático de sua obra, vista mais como mapeamento de problemas do que como proposição de soluções empíricas consistentes, o que insere Hoskins em uma tradição teórica ainda em consolidação.[4]
Uma segunda linha crítica incide sobre o próprio diagnóstico de Hoskins acerca da memória digital. Sua visão, frequentemente caracterizada como pessimista, sustenta que o ambiente digital desestabiliza profundamente as fronteiras temporais e espaciais da memória coletiva.[5] Embora influente, essa tese é contestada por estudiosos que consideram que conceitos como “memória conectiva” tendem a superestimar a fluidez e a horizontalidade das redes digitais, negligenciando assimetrias de poder, controle algorítmico e fragmentação informacional.[6] Nesse sentido, críticas recentes sugerem que a teoria de Hoskins precisa ser complementada por abordagens mais materialistas e políticas, capazes de explicar como infraestruturas tecnológicas e interesses corporativos moldam aquilo que pode ou não ser lembrado. Em síntese, sua obra é central, mas permanece objeto de debate quanto ao seu alcance explicativo e ao equilíbrio entre inovação conceitual e rigor empírico.
Conferências
Referências
- ↑ (connected memory)
- ↑ Hoskins, Andrew (ed.). Digital Memory Studies: Media Pasts in Transition. Routledge, 2017.
- ↑ Synenko, Joshua. Review of Digital Memory Studies: Media Pasts in Transition. 2019.
- ↑ Adriaansen, Robbert-Jan. “Collective memory and social media: critical review”. 2025.
- ↑ Mandolessi, Silvana. “Memory in the digital age”. 2024.
- ↑ “Connective and Disjunctive Memory”. Verfassungsblog, 2025.
- ↑ Vídeo publicado no YouTube em 2021, entrevista sobre mídia e memória digital. :contentReference[oaicite:0]{index=0}
- ↑ Palestra aberta de Andrew Hoskins publicada online cerca de 2023. :contentReference[oaicite:1]{index=1}
- ↑ Keynote recente disponível em canal institucional (IIT Madras). :contentReference[oaicite:2]{index=2}
- ↑ Entrevista recente sobre inteligência artificial e memória digital (YouTube).
Artigos publicados
| Ano | Autor(es) | Título | Revista |
|---|---|---|---|
| 1984 | Huyssen, Andreas | Mapping the Postmodern | New German Critique |
| 2000 | Huyssen, Andreas | Present Pasts: Media, Politics, Amnesia | Public Culture |
| 2002 | Huyssen, Andreas | High/Low in an Expanded Field | Modernism/Modernity |
| 2006 | Huyssen, Andreas | Nostalgia for Ruins | (revista não especificada – acesso via JSTOR) |
| 2006 | Huyssen, Andreas | Diaspora and Nation: Migration into Other Pasts | (capítulo de livro – Duke University Press) |
| 2007 | Huyssen, Andreas | Geographies of Modernism in a Globalizing World | (revista não especificada – acesso via JSTOR) |
| 2008 | Huyssen, Andreas | Memory culture at an impasse: Memorials in Berlin and New York | (revista não especificada – acesso via JSTOR) |
| 2010 | Huyssen, Andreas | German Painting in the Cold War | (revista não especificada – acesso via JSTOR) |
| 2011 | Huyssen, Andreas | International Human Rights and the Politics of Memory | (revista não especificada – acesso via JSTOR) |
| 2016 | Huyssen, Andreas | Memory things and their temporality | Theory, Culture & Society |
Principais conceitos
Referências
- Columbia University, Department of Germanic Languages. Andreas Huyssen. Disponível em: https://germanic.columbia.edu/content/andreas-huyssen. Acesso em 19 de abril de 2026.
- Huyssen, Andreas. After the Great Divide: Modernism, Mass Culture, Postmodernism. Indiana University Press, 1986.
- Huyssen, Andreas. Twilight Memories: Marking Time in a Culture of Amnesia. Routledge, 1995.
- Huyssen, Andreas. Present Pasts: Urban Palimpsests and the Politics of Memory. Stanford University Press, 2003.
- Assmann, Aleida. Cultural Memory and Western Civilization. Cambridge University Press, 2011.
- Erll, Astrid. Memory in Culture. Palgrave Macmillan, 2011.
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